Empreendedorismo: O Que Você Precisa Saber Agora

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O que é empreendedorismo? Já se fez essa pergunta? Por que se usa tanto essa palavra todos os dias? Qual o segredo por trás do conceito?

A palavra empreendedorismo se tornou popular pelo economista Joseph Schumpeter, no ano de 1945, como a base para a Teoria da Destruição Criativa. Segundo ele, o empreendedor é um indivíduo versátil, que possui as habilidades técnicas para saber produzir.

Com base no capitalismo, o empreendedor consegue reunir recursos financeiros, planejar, organizar as operações internas e realizar as vendas de sua empresa.

Schumpeter chegou a escrever que a medida para uma sociedade ser considerada capitalista, é saber se ela confia o processo econômico ao homem de negócios privado.

Alguns anos depois, mais precisamente em 1967 e 1970, com Kenneth E. Knight e Peter Druker, respectivamente, levantou-se a ideia de que o empreendedorismo é a necessidade de risco em algum negócio para montar uma organização.

Quase 20 anos depois,  Gifford Pinchot III promoveu o conceito de intra-empreendedor, ou seja, uma pessoa empreendedora, mas que atua como colaborador em uma organização.

Uma das definições mais aceitas atualmente é pregada pelo estudioso Robert D. Hisrich, em seu livro “Empreendedorismo”. Segundo ele: “empreender é o processo de criar algo diferente e com valor.”

Para isso, deve-se dedicar tempo e o esforço necessários, assumindo riscos financeiros, psicológicos e sociais correspondentes, recebendo porém, as consequentes recompensas da satisfação econômica e pessoal.

Qual a importância do empreendedorismo para a sociedade?

O empreendedorismo é o principal fator do desenvolvimento econômico e social de uma nação. O papel do empreendedor, nesse caso, é identificar e agarrar oportunidades, buscando os recursos para transformá-las em um negócio que gere lucro.

Mas o conceito não se resume apenas em novas oportunidades para quem investe. O ato de empreender também representa geração de mais postos de trabalho e melhor distribuição de renda.

Sendo assim, a iniciativa de muitos empreendedores se torna responsável por uma boa parcela da economia. Além do mais, ao empreender, uma companhia precisa apresentar diferenciais competitivos que garantam seu espaço no mercado, e um deles é o comprometimento com o desenvolvimento social.

Muitas grandes corporações já têm consciência dessa responsabilidade e adotam, por exemplo, atitudes focadas na proteção do meio ambiente, como o plantio de árvores, o tratamento de resíduos antes do descarte, enfim, projetos com cunho ecológico.

Mas há também aqueles indivíduos que enxergam nas próprias dificuldades sociais uma chance de desenvolver sua carreira empreendedora, como o incentivo a reciclagem, ao artesanato e outros tipos de ofícios.

Empreendedorismo no Brasil

Em 1993, Regina Silvia Pacheco, Doutora em Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, faz um dos primeiros usos do termo “empreendedorismo” em português., se referindo às novas estratégias econômicas adotadas.3

Já em 1997, Fábio Fowler definiu que empreendedor é a pessoa que cria e gerencia projetos, traduzindo o termo “Entrepreneurship” para o português, o quem difundiu o uso da palavra empreendedorismo.

A palavra origina-se do termo “empreender” que significa realizar, fazer ou executar.

Apesar da falta de incentivo governamental, e da ausência de organização estatal, o Brasil já foi eleito o maior no ranking mundial de empreendedorismo mundial.

De acordo com dados do SEBRAE, 3 em cada dez brasileiros adultos, entre 18 e 64 anos tem uma empresa aberta, ou estão envolvidos com a criação de um novo negócio.

Em dez anos, a taxa total de empreendedorismo no país aumentou de 23% (2004), para 34,5% (2014). Metade desses empreendedores abriu seus negócios há menos de três anos e meio.

Na comparação co outros países, o Brasil se destaca com a maior taxa de empreendedorismo, estando a quase 8 pontos porcentuais à frente da China, o segundo colocado, com taxa de 26,7%.

O número de empreendedores entre a população adulta no país é também superior ao dos Estados Unidos (20%), Reino Unido (17%), Japão (10,5%) e França (8,1%).

Falando em desenvolvimento econômico, a taxa brasileira supera à da Índia (10,2%), África do Sul (9,6%) e Rússia (8,6%).

E o que é empreendedorismo digital?

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O empreendedorismo digital segue as mesmas premissas do empreendedorismo, mas voltado ao desenvolvimento de um modelo de negócio através de meios digitais, principalmente pela internet.

A realidade de empreender na internet se torna fascinante através da possibilidade de, além de trabalhar para si mesmo, atuar em casa ou de qualquer outro lugar, fazendo o  próprio horário, garantindo bom retorno financeiro.

Um grande diferencial do empreendedorismo digital é o rompimento das barreiras geográficas, o que significa que é possível comercializar produtos ou serviços para qualquer pessoas em qualquer lugar do mundo.

Todos os dias centenas de sites e blogs são lançados na rede com o objetivo de ajudar pessoas e gerar lucro para seus idealizadores. Pessoas de todas as idades enxergam a oportunidade de crescer e se destacar no ambiente digital.

Negócios como Netshoes, Amazon e Submarino são exclusivamente digitais, sendo responsáveis por grande revolução no mercado global, chegando a competir com grandes empresas físicas.

Organizações que antes apenas atuavam no ambiente off-line passaram a ter lojas virtuais. Dessas podemos citar Wallmart, Ponto Frio, Magazine Luiz e tantas outras.

A comodidade de comprar pela internet, sem sair de casa, ou mesmo estando em qualquer lugar onde haja acesso à rede, faz com que os negócios virtuais cresçam cada vez mais.

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E quem é o empreendedor?

Empreendedor é o indivíduo que dá início a um empreendimento. Muitos deles, como Steve Jobs (Apple), Bill Gates (Microsoft), Mark Zuckerberg (Facebook), Sean Parker (Napster), dentre outros, ficaram famosos por realizaram inovações em seus setores.

No entanto, vale ressaltar que o empreendedor não é somente quem inova. Vários deles também trabalham na criação de empresas em setores tradicionais, como o banqueiro Amador Aguiar (Itaú), Jorge Paulo Lemman (Ambev), Roberto Justus e Eike Batista.

Viajando mais a fundo, é impossível não lembrar do legado de grandes nomes como: Henry Ford, Andrew Carnegie, David Ogilvy, Jack Weckl, T. Herv Ecker, Donald Trump, Napoleon Hill, Wall Disney, Thomas Watson J.r., Ray Kroc, entre muitos outros.

No Brasil, um dos maiores incentivadores do empreendedorismo é Flavio Augusto, com o Geração de Valor e com o portal MeuSucesso.com. Hoje em dia Flavio atua no EUA, como presidente do Orlando City, mas deixou aqui verdadeiras histórias de sucesso com a fundação da escola de idiomas Wise Up.

Dentro do marketing e empreendedorismo digital, temos Brendon Burchard, Ryan Deiss, Mike Filsaime, Chris Farrell, Tim Ferris, Pat Flyn, entre outros de nomes mundiais. A nível nacional, fica até difícil citar, pois são tantos, mas considere Conrado Adolpho, nosso fundador Pedro Quintanilha, Erico Rocha, Bruno Picinini, Henrique Carvalho, entre tantos outros.

Por que as pessoas empreendem?

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Recentemente, publicamos um artigo falando sobre os motivos de empreender. Confira quais entraram na lista:

#1. Conquistar a independência financeira

Encabeçando a lista, temos o intenso desejo de poder comprar o que quiser e quando quiser. Quando um salário fixo, mesmo que razoável, não supre essa necessidade, as pessoas são impulsionadas a criarem seus próprios sistemas de lucro.

A independência financeira é um dos lados do ‘triângulo das liberdades’, que proporciona uma vida melhor e mais digna para quem escolheu o empreendedorismo como fonte de lucro. Ter seu próprio negócio é poder realizar o sonho de ter o dinheiro que se sonha.

#2. Ter liberdade geográfica

Quem disse que não é possível estar preso a um espaço geográfico reduzido? Alguns desenvolvem ideias de negócio na intenção de trabalharem em qualquer lugar. A internet permite isso. É a vantagem da mobilidade.

Você não precisa mais de uma parafernália e fios para estar conectado. Basta ter um aparelho ligado à rede para se comunicar com qualquer pessoa de onde estiver. Então, isso mostra que aquela história de trabalhar na beira da praia ou de um quarto de hotel é mesmo possível.

#3. Aproveitar melhor o tempo

Quem já trabalhou de segunda a sábado tendo que encarar longas horas de trânsito, sabe bem o que é “não ter tempo para mais nada”. Um grupo expressivo de indivíduos decide empreender para administrar o próprio tempo.

Seja para se viver mais com a família, se dedicar ao hobby, ou até mesmo viajar e curtir a vida. Bem, aqui alguns acabam se enganando, pois um negócio próprio também sacrifica o tempo. A única diferença é que pode ser muito mais flexível e do que um emprego. O que representa grande vantagem em longo prazo.

#4. Fugir da monotonia

Parece um motivo fraco, mas muita gente decide criar seu próprio negócio por não suportar suas próprias rotinas. Cumprir horários, realizar o mesmo percurso todos os dias, ver as mesmas pessoas, escrever o mesmo tipo de relatório… Dá agonia só de pensar.

Deixar a segurança de um emprego CLT ou de um concurso público para empreender é uma ótima forma de fugir da burocracia trabalhista. Afinal, existem coisas melhores do que passar a vida toda atrás de uma mesa de escritório engolindo processos e “empurrando sistemas com a barriga”.

#5. Desejo de causar impacto positivo na vida de pessoas

Necessidade e profunda vontade de causar impacto na vida de outros. Ajudar pessoas, solucionar problemas que elas enfrentam, enfim, ter a chance de criar ambientes em que outros possam se beneficiar.

Aqui entra uma grande questão: é possível ajudar pessoas e ganhar dinheiro? Muita gente acredita que não, mas isso não passa de crença limitante. Toda profissão, de forma direta ou indireta, tem um ser humano como alvo final. Então, não duvide de que é possível empreender ajudando pessoas. Na verdade, esse é um justo motivo.

#6. Ter a solução para problemas comuns do dia-a-dia

Alinhado ao motivo anterior, é possível criar ideias de negócios com base em soluções para problemas reais do cotidiano. É um desejo interno de auxiliar a outros. Um grande feito que se enquadra nesse conceito é a invenção da lâmpada elétrica. O mundo todo se beneficiou de um objeto inventado por um homem que decidiu resolver um problema comum.

O Google é outro grande exemplo. Quantas e quantas pessoas não são beneficiadas por ele todos os dias? Alguém teve a ideia de criar um buscador inteligente para solucionar o problemas da busca de informações.

#7. Paixão pelo conceito ou área em que se pretende atuar

A paixão leva a empreender! Uma dos conceitos que acreditamos no Mentalidade Empreendedora é a possibilidade alinhar trabalho à paixão. Se você é fascinado por algum ofício, não precisa necessariamente trabalhar para os outros.

Desenho, jardinagem, escrita, oratória, matemática, qual área mais te deixa feliz? Identifique e comece a gerar uma ideia de negócios. Quem sabe não está aí a oportunidade de crescer na vida e nos negócios.

Sobre a Mentalidade Empreendedora

A Mentalidade Empreendedora é um time de empreendedores que acredita em uma alternativa além do padrão do mercado de trabalho, o modelo baseado em 8 horas diárias, por um salário X, fixo, alto ou baixo, com férias anuais.

Entendemos que a vida é muito curta para passarmos mais da metade dela atrás de uma cadeira de escritório, fazendo coisas simplesmente por causa de dinheiro ou pela sobrevivência pessoal.

Diante disso, buscamos construir um novo mundo, relevante e prazeroso, tanto para nós, como para nossas famílias. Cremos que é possível projetar a própria vida, alinhar paixão ao trabalho e desenvolver negócios para fazer a diferença no mundo. Nossos projetos partem desses princípios.

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