A História por Trás da História – Testemunho do Pedro Quintanilha

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A História por Trás da História – Testemunho do Pedro Quintanilha

Eu quero compartilhar a minha história com Deus. 

É difícil falar especificamente do dia da minha conversão, porque eu vejo a mão de Deus em vários aspectos da minha jornada, desde o início. 

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Eu acredito que a nossa vida é feita de marcos e processos e nesse testemunho eu separei alguns marcos que iniciaram processos na minha vida. 

Meus pais sempre foram cristãos e o primeiro marco foi em um culto de crianças. Uma adolescente que estava ministrando chamou quem tinha o desejo de aceitar a Jesus como o seu senhor e salvador. 

Confesso que naquela época, com 10 anos de idade, eu não tinha clareza de como aquilo iria impactar a minha vida, mas eu tinha convicção que eu precisava dar aquele passo. E ali, com 10 anos, eu levantei a mão pela primeira vez. 

Aos 13 anos eu tive uma primeira grande experiência com Deus após a minha conversão. 

Eu lembro como se fosse hoje. Era fevereiro de 2002 em um retiro de carnaval e esse foi o primeiro retiro que eu fui sozinho, sem os meus pais. 

Em uma das reuniões tinha um rapaz ministrando, Vitor, e ele começou a orar pelas pessoas. Eu senti algo bem poderoso naquele momento. 

Ele orou por mim e ele começou a falar várias coisas que tinham relação, aparentemente, com algo que ia acontecer no futuro. Eu fiquei absolutamente emocionado e comecei a chorar muito. Ao ponto de não ter mais lágrimas. Mas não era um choro de tristeza, era uma alegria imensurável. 

Eu sou filho único e uma coisa que eu sempre tive dentro de mim (até esse dia) era um sentimento de solidão, porque meus pais trabalhavam o dia todo e eu ficava sozinho em casa. 

Depois dessa oração o pessoal foi jogar bola, comer e etc. Eu fiquei ali naquele salão chorando sem parar. Quando eu saí, eu andei até um parquinho e lembro que tinha tipo uma manilha de esgoto que era um brinquedo pra passar por dentro. Eu sentei ali em cima, cruzei as pernas, olhei pro céu e só conseguia chorar… 

Naquele momento eu ouvi não no meu ouvido, mas dentro de mim, com uma voz audível: “A partir de hoje, você nunca mais vai estar só.” 

Esse foi um segundo marco muito forte na minha vida, ainda muito novo, e aos 15 anos eu me batizei nas águas. 

Entre os 15 e os 17 anos eu comecei a levar uma vida não muito legal, comecei a me esfriar na fé, andar com umas amizades que não eram muito legais e comecei a me deixar ser influenciado por um estilo de vida que não era o estilo de vida que eu acreditava. 

Eu sempre tive uma convicção e um temor de Deus muito grande no meu coração justamente pelo fato de ter ouvido aquela voz e sempre procurar aquela voz de novo. Durante esse tempo isso foi se esfriando. 

Depois disso eu estava numa Igreja no centro de Cabo Frio, cidade onde moro no interior do Rio de Janeiro, e aconteceu o 4 marco do poder de Deus e do evangelho na minha vida. 

Eu estava em uma vigília, liderada pela Marta, uma mulher que me ajudou durante bastante tempo, conselheira e líder de jovens que eu tenho um carinho muito grande. Nessa vigília eu me senti como um carro que tinha acabado o combustível e estava andando “só na banguela”. Era esse o sentimento. 

Nessa mesma vigília, em um outro momento, eu tive uma outra experiência na qual estava ajoelhado e, quando eu fechei o olho, eu tive uma imaginação como se eu estivesse me vendo de cima, como uma terceira pessoa, na frente de uma divisória. Se eu escolhesse dar o passo pra frente, eu começava a trilhar um caminho sinuoso e crescente, onde na frente tinha um castelo muito bonito. E se eu desse o passo pra trás, eu caia num pântano. E eu escolhi dar aquele passo pra frente. Era essa a minha imaginação.

Ali, eu creio que foi um marco forte na minha vida, onde aquele passo foi a escolha de não ter Jesus apenas como um salvador da minha vida, mas ele passar a ser o senhor. Nessa concepção de “senhor” eu tô falando de uma palavra em grego que é Kýrios, que é igual a dono. E dono é aquele que se senta e ordena a tudo e a todas as coisas. 

Naquele momento pra mim, Jesus tinha deixado de ser um acessório, ou seja, alguém que eu iria procurar quando estava no perrengue, na doença, num momento de desafio, e ele passava a ser – na prática – aquele que iria reger a minha vida.

A partir daquele momento, eu escolhi de forma aberta e consciente que ele iria ordenar tudo da minha vida segundo os princípios e propósitos dele. Foi nesse momento que eu decidi trilhar esse caminho. 

O passo prático que eu comecei a dar na minha vida foi realmente dedicar a minha vida a buscar Deus. Como? Lendo a bíblia, orando todos os dias, jejuando, praticando doações, tendo práticas diretas de quem se diz um cristão. Buscando ler e praticar. 

Eu fui buscando viver a minha vida o mais alinhada possível com o que a palavra diz que é pra viver. Abracei a fé não como uma coisa religiosa, mas como parte fundamental na minha vida. 

Eu comecei a sonhar com algumas coisas, inclusive com algumas coisas que aquele cara falou pra mim com 13 anos no retiro. 

Comecei a dedicar a minha vida integralmente para pregar a palavra de Deus, em dedicar a minha vida a evangelizar pessoas, a sonhar em ser um missionário cristão. 

Qual é o passo prático mais próximo que eu podia dar pra ir em direção a esse sonho? 

Era engajar em algum projeto missionário de curta duração. Nesse momento eu comecei a dedicar as minhas férias, noites, finais de semana, a essa vida em comunidade, em estar junto da igreja, conectado com pessoas que professam essa fé… Enfim, comecei a me dedicar a essa vida como alguém que abraçou a causa e quer viver de corpo e alma. 

Mas nesse caminho eu descobri o mercado digital. No meio desse sonho, desse anseio, fazendo uma faculdade contra a minha vontade, porque eu queria teologia, mas acabei indo pra sistema de informação, saí e depois fui pra administração.

No meio disso tudo eu me deparei com o mercado digital pela promessa de 1 ano de vendas em 7 dias (hoje é 6 em 7, ou 100 mil reais em 7 dias de faturamento). Porque eu queria algo que pudesse me financiar pra ir pra uma escola de missões fora do Brasil que, na época, custava exatamente 100 mil reais no ano pra eu conseguir me manter. 

A expectativa que eu tinha era: “Vou aprender essa parada e pagar a escola missionária”. 

Nesse processo eu também me conectei com o Flávio Augusto do Geração de Valor e me tornei mentorado dele, sendo um dos 10 GVs escolhido pra passar uma semana com ele em Orlando. 

Aprendi muita coisa, comecei a minha empresa de consultoria, a Mentalidade Empreendedora, criando produtos online, escalando negócios de clientes, gerando resultados, performando, criei mentoria, mastermind, evento ao vivo…

Só que dentro de mim ainda tinha um buraco que não estava preenchido que era o sonho de ser um missionário. 

Inclusive eu sempre tive muita restrição de falar da minha fé de forma pública, sempre pensei em ter clientes pelos meus resultados e não pelo que eu acredito. Mas, no final do dia, isso é orgulho. 

Eu tinha esse negócio mal resolvido. 

E esse espaço vazio em mim só foi se resolver em 2017, já com um negócio bem consolidado e crescendo. 

E esse foi mais um marco. 

Eu estava em um encontro do meu grupo de mastermind, o Mentalidade Master, e teve uma dinâmica que todos iriam contar um segredo, algo que nunca tinham falado. Aí eu dividi que o meu sonho sempre foi ser um pastor, ser alguém que leva a palavra de deus, que cuida das pessoas… 

(Até 2017 eu nunca tinha falado isso abertamente). 

Aí, uma membra, a Luiza Vono, falou assim: “Uai, mas não é isso que você já faz com a gente?”

E isso entrou no meu coração rasgando e resolveu naquele instante aquela crise. O buraco de anos foi preenchido e eu descobri que, com o meu trabalho, com a minha empresa, eu estava cumprindo a minha missão e o meu propósito. E, até aquele momento, eu nunca tinha pensado nessa ótica. 

Uns 3 meses depois, mais uma coisa aconteceu. 

Um rapaz, o Joel Correia, que era adepto de uma filosofia espiritualista, falou pra mim: “Pedro, eu até achava Jesus um mestre, mas por causa da sua vida, do seu exemplo, de conviver com você, da forma que você age com a sua equipe, com a sua família, você mostrou pra mim que Jesus poderia ser alguém maior do que um simples mestre. A sua vida mostrou isso pra mim.”. 

E, quando ele falou isso pra mim, aquilo me encheu. É a minha vida que precisa mostrar, não é o discurso.

Isso que fez o Joel se dobrar e reconhecer Jesus como senhor e salvador da vida dele. 

Daí começaram a vir algumas conexões que foram fechando esse buraco em mim. 

Um penúltimo marco que aconteceu foi quando eu tive a oportunidade de dar consultoria pro lançamento do Dr. William Douglas. 

Como minha empresa sempre foi de mentorias e consultorias, a gente não costuma executar o operacional, mas naquele momento a proposta estava na mesa e eu fui orar. 

Nessa oração eu senti aquela voz novamente falando comigo: “Você vai expandir a mensagem do Dr. William, pode aceitar. Você vai ser um amplificador da mensagem.” 

Eu aceitei abraçar o projeto e o resultado foi incrível. Mais de 200 mil pessoas foram impactadas. 

E, dentro do programa dele, de desenvolvimento pessoal, tem um módulo opcional que ele evangeliza as pessoas. 

E, por último, a minha conexão com o Movimento Dunamis, que aconteceu de forma sobrenatural. 

Resumidamente, eu estava dentro de um evento e tive um insight. 

Me conectei com o Teo Hayashi, Líder do movimento Dunamis e, desde então, a gente começou a ajudar eles e temos impactado a vida de milhões de pessoas. 

Já lotamos 4 estádios de futebol, mais de 140 mil pessoas sendo impactadas pela mensagem de Deus. 

A minha empresa virou um motor de geração de recursos pra missões. A nossa habilidade é usada pra levantar recursos pra missões. 

Eu não virei missionário, mas me tornei um financiador de missões. Gerei milhões e milhões de reais pra missões. 

A gente está cumprindo a nossa missão, o nosso propósito. Os negócios online são apenas a ferramenta que faz a gente levar essa mensagem de Jesus pra mais pessoas. 

Não de uma forma que gera preconceito pra algumas pessoas, mas de uma forma leve, clara e que elas consigam ver nas nossas vidas, a vida de Jesus. 

Essa é a forma que eu acredito que Jesus fazia. Vivendo, se relacionando, amando as pessoas, andando na verdade… 

Então, eu creio que a nossa vida é cheia de marcos e processos e me sinto grato de poder dividir um pouco desses marcos e processos com você. 

O meu pedido é que você busque Jesus e leia as escrituras. É uma fonte inesgotável de sabedoria e de crescimento. 

Jesus não tem fim, ele é o começo. 

Desejo que você possa começar a dar esse passo de escolher e fazer dele o senhor e salvador da sua vida. Mas não só aquele que salva, mas aquele que rege em todos os sentidos, que governa, que é dono da sua vida. Ele é o único caminho que leva a Deus. 

Obrigado pela sua atenção e um grande abraço! 

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