Qual é melhor: Lançamento, Perpétuo ou Recorrência?

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Normalmente as pessoas perguntam: Qual é melhor? Lançamento ou Recorrência? Lançamento ou Perpétuo? Perpétuo ou Recorrência? 

Sempre um ou outro. 

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A primeira coisa que você tem que entender é: Recorrência é um modelo de negócio, não de vendas. 

Então, o ideal não é “um OU outro” e sim “um E outro”. 

Você pode lançar recorrência, você pode ter uma recorrência no modelo perpétuo, você pode ter uma recorrência no modelo perpétuo e ainda assim fazer lançamentos.

Então as possibilidades são diversas. 

Vamos entender um pouco a dinâmica de cada um dentro de uma perspectiva de investimento e faturamento: 

Lançamento:

Vamos supor que você vai fazer um lançamento em março. 

Então você tem janeiro e fevereiro investindo. O dinheiro só sai. 

Em março você continua investindo e em um dado momento, a oportunidade de venda é aberta. Então você tem um faturamento. 

Aí você quer fazer um outro lançamento 2 meses depois. 

O processo se repete. 

Você investe em abril, maio, abre a oportunidade de vendas e tem um retorno novamente. 

O dinheiro sai durante um mês, sai durante dois meses, sai durante três meses e nesse mesmo terceiro mês, você tem a entrada de dinheiro. 

Obviamente supondo que deu tudo certo, o retorno foi maior do que o investimento. 

Olhando de forma isolada, é um modelo bem perigoso. Porque você precisa de um caixa pra investir e você tem contas pra pagar durante o processo que o dinheiro só está saindo. Até o momento que você abre o carrinho no Dia D, contando com a sua capacidade de dar certo, você tem um pico de vendas e um retorno maior. 

É muito lucrativo quando dá certo, mas quando dá errado, afeta a saúde do seu negócio. 

Perpétuo:

Vamos supor que:

Você investe e tem um retorno, de preferência maior do que o investimento. 

No mês seguinte, você investe mais com a expectativa que o retorno seja maior ainda, mas a conversão cai. 

Olhando numa visão macro, a quantidade de dinheiro que saiu e entrou durante esses 2 meses, bateu no 0 a 0. Ou seja, a quantidade que você investiu é a mesma do que a quantidade que você lucrou. 

No terceiro mês, você investe menos. Quando você investe menos, naturalmente, a quantidade de pessoas que têm contato com a sua oferta diminui. Se você tem menos pessoas tendo contato com sua oferta, você tem menos vendas. 

Aí no quarto mês você otimiza campanha, otimiza página, melhora copy, e consegue um retorno maior do que nos outros meses. 

Então o resultado é condicionado ao seu investimento e a sua capacidade de melhorar o processo. 

Logo, se você não investe em um mês, sua receita zera. 

Então você tem altos e baixos o tempo todo, iniciando com 0 de faturamento todos os meses e correndo atrás de novos compradores pro seu produto. 

É um modelo de vendas muito bom, porque a velocidade de resposta da sua ação é quase que imediata. Você sabe quando tá bom e quando tá ruim, porque é diretamente relacionada com a quantidade de vendas em um processo contínuo. 

Comparando com lançamento, é melhor nesse sentido de saber a resposta, porque no lançamento você fica um tempo capturando e aquecendo os contatos pra vender em um segundo momento. 

Então se algo dá errado no lançamento, é mais difícil de ajustar. Ao mesmo tempo que no perpétuo você ajusta em “tempo real”, tendo a resposta quase que imediata. 

Porém, o lançamento tem um pico de faturamento muito maior, com mais vendas em menos tempo, enquanto o perpétuo tem menos vendas em mais tempo. 

Recorrência: 

Trabalhando em uma perspectiva mensal, você também vai ter que investir nem que seja um mínimo necessário em algumas ferramentas etc. 

Vamos supor que:

Você teve seu primeiro mês, investiu e faturou. 

Legal… 

Qual é a grande diferença do lançamento e do perpétuo? 

No próximo mês, você não volta para a estaca zero, porque as pessoas que te pagaram no primeiro mês voltam pra te pagar. 

“Ah, mas e o cancelamento?” 

O cancelamento existe, mas não é 100%. É uma parte pequena dentro do processo. Uma alta taxa é 10%. 

Então vamos colocar em números pra ficar mais fácil de entender: 

Primeiro mês você investiu, vendeu 100 assinaturas e teve 10% de cancelamento. 

No segundo mês você investiu a mesma quantidade, buscando mais 100 assinaturas, mas você já começou com os 90 pagantes do mês anterior. 

Dando tudo certo, você fecha o segundo mês com 190 assinaturas. 

No terceiro mês, você já começa com 171 assinantes (levando em conta uma taxa de 10% de cancelamento) e investe mais do que nos meses anteriores. 

Você consegue  120 novos assinantes, fechando o mês com 291 assinantes no total.

Então, percebe que o crescimento é progressivo e crescente?

Mesmo que um mês seja ruim, ou seja, o seu investimento seja maior do que o retorno, você tem a segurança de ter os assinantes das vendas anteriores te pagando. Você tem a previsibilidade que naquele mês vai entrar X de caixa e você pode investir Y sem prejudicar a saúde do seu negócio. 

O seu crescimento não é diretamente condicionado ao seu investimento, porque você tem RECOMPRA, você tem as mesmas pessoas voltando pra te pagar sempre.

Se você se interessa nesse assunto, toda quinta-feira, às 17h, eu dou Aula de Recorrência ao-vivo e gratuita no Youtube. Pra você ter acesso é só tocar aqui e se inscrever!

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