Como Fazer mais de 100 mil recorrentes sem equipe

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COMO FAZER MAIS DE 100 MIL RECORRENTES sem equipe? 

Eu recebo muitas perguntas no meu Instagram sobre equipe. “Quantas pessoas precisam ter na equipe para alcançar um resultado expressivo?”  

Eu quero trazer pra você a realidade do que a gente vive na Mentalidade Empreendedora. Hoje a gente tem equipe, mas nem sempre foi assim. 

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Eu comecei sozinho, prestando meus serviços, fazendo algumas vendas online e me conectei com uma pessoa que se tornou o meu sócio no projeto e acabamos dividindo as tarefas. 

Mas, normalmente, quando alguém me pergunta sobre equipe, eu gosto de olhar o que está por trás daquela pergunta. 

E o que eu vejo normalmente é o medo. O medo de não conseguir fazer sozinho, de ter resultados sem alguém junto. 

De fato, andar sozinho, sem uma referência, é muito difícil, muito desafiador. 

Agora, executar sozinho é possível. 

Como foi os meus primeiros 6 dígitos recorrentes? 

Foi sem equipe. Era eu e meu sócio fazendo tudo com o que eu tinha na mão: Um sistema de email gratuito, vontade, uma isca digital (que demorei 6 meses pra produzir) e uma lista de e-mails. 

Eu vendi uma prestação de serviço de ticket alto, mas totalmente sem equipe. 

E depois, na segunda vez que faturei 6 dígitos? 

Foi já com um produto digital, na época eu não enxergava que podia ser por assinatura, mas eu contratei o meu primeiro funcionário a partir do momento que o suporte dos alunos ficou desafiador. 

Tinha por volta de 300 alunos com um ticket médio de 1000 a 1500 reais (dependendo da turma, porque foi aumentando o preço) e essa primeira pessoa que contratei foi pra ajudar a gerir a comunidade. 

Já depois de faturar aproximadamente 500 mil reais. 

Mas até isso, você não precisa contratar um monte de gente. Você pode trabalhar com freelancer e começar sua estrutura de uma forma mais enxuta. 

A minha recomendação é que você contrate a partir do momento que você começa a gerar resultados, e não antes.

Você não precisa cometer o erro do mercado tradicional de inflar o tamanho, aumentando os gastos fixos pra, só depois, começar a vender e, dando tudo certo, ter lucro. 

O mercado tradicional funciona da seguinte forma:

Vamos supor que você vai começar uma loja; Aí você contrata engenheiro, arquiteto, aluga o local, contrata funcionário, reforma, compra o estoque, faz o evento de inauguração… 

Até aqui só gasto. O dinheiro só saiu. 

Só depois disso tudo você abre a loja pra começar a vender e espera ver aquele retorno em alguns anos. 

Dentro do ambiente digital, você não precisa ter esse mesmo pensamento de montar um time, contratar e etc antes de começar a vender de fato… 

Você precisa saber o caminho certo, ter o conhecimento necessário pra dar os passos na direção que você busca. 

Qual é o melhor investimento que você pode fazer quando está na busca de vender online? 

Não é contratando gente antes, é aprendendo, se educando e adquirindo conhecimento.

Você precisa aprender a melhor metodologia pra colocar seu projeto no ar, como escrever uma proposta comercial, colocar uma página no ar… Depois você delega. 

Você pensa em delegar no momento de tensão que você começa a aprender, domina a parte estratégica, tática e operacional (mão na massa), mas o operacional se torna caro.

Em um determinado momento, saber editar um vídeo, por exemplo, é mais caro do que contratar alguém. 

O imprescindível é o conhecimento estratégico: Qual página você vai usar, como tudo vai acontecer, o que você vai falar pra transformar um potencial cliente em um cliente de fato, o que você vai colocar num anúncio pra atrair a atenção das pessoas… 

São nesses pontos que você precisa investir mais seu tempo. 

Você não precisa de equipe pra alcançar os 6 dígitos recorrentes. Agora, quando você vai jogar o jogo pra ultrapassar, vai ser importante estar cercado de pessoas te ajudando. 

Se cerque de pessoas boas, invista para estar perto de pessoas que sabem o que falam e que vão te ajudar a enxergar o caminho de alcançar resultados cada vez maiores de forma mais fácil. 

Vou ficando por aqui. 

Um abraço, Pedro Quintanilha. 

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