7 Passos para Criar sua Comunidade Online

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7 Passos para Criar sua Comunidade Online

Temos 3 pontos importantes pra quem quer criar uma comunidade online de sucesso: Causa, líder carismático e veículo da mudança. 

Causa

Pra você construir uma comunidade online, você não –  necessariamente – precisa só de ferramentas.  A maioria das pessoas acham que as comunidades são criadas por causa das ferramentas, das plataformas e tudo mais. 

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E não… 

A comunidade é criada baseada na causa. É o fundamento de uma comunidade. 

E causa comunica cultura. Cultura é o que as pessoas criam, os laços, os vínculos, os valores semelhantes, que criam uma cultura que sobrevive a qualquer coisa. Sobrevive à plataforma, ao local, à distância, tudo. 

Esse fundamento nada mais é do que pessoas com valores semelhantes que se conectam. 

Um vídeo interessante nesse aspecto é o vídeo Tribos, do Seth Godin, no TedX. 

Mas o que faz essa cultura sobreviver? 

Os primeiros seguidores. Os primeiros seguidores dão força pra que essa cultura sobreviva e, como o líder passa essa cultura pros seguidores, é o que determina se a cultura vai progredir e avançar.

Uma recomendação, caso você queira se aprofundar nesse aspecto de cultura, é uma websérie que tenho no youtube com vários vídeos sobre cultura empresarial. Então Clica Aqui pra assistir. 

Líder Carismático: 

É o porta voz, é o cara que traz a visão.

Ele acaba se tornando o guardião da cultura, a pessoa que estimula a cultura a acontecer. 

Um detalhe interessante é que o líder carismático não tem relação com uma pessoa extrovertida, desenrolado e etc. 

Na verdade, olhando dentro de perfis comportamentais no DISC, você consegue encontrar líderes carismáticos em cada um desses perfis. 

O que mais se destaca é o influente e o dominante.

Mas os outros dois perfis, você também consegue encontrar, porque existe como exercer a função de líder. Como Bill Gates, que é um cara mais quieto, mas ainda assim tem o aspecto de líder grande. 

Então você, que acha que é mais introvertido e não tem espaço pra criar uma comunidade, uma cultura etc, não tem relação direta. Você consegue se desenvolver nesse aspecto. 

Nova Oportunidade / Veículo da Mudança: 

 É o que faz as pessoas aderirem à comunidade. 

Por exemplo, dentro da Comunidade do Business Hacker temos: A minha posição como a posição de líder, de quem leva a mensagem da comunidade. 

Você tem o nosso manifesto como o que fundamenta a cultura. O manifesto tangibiliza a cultura em palavra. São os valores que estão presentes em mim e na minha equipe, expostos para que outras pessoas se identifiquem e estejam juntos da gente. 

O veículo da mudança é a recorrência. É a nova oportunidade que a gente traz pra que outras pessoas se conectem. 

Um outro ponto que também é considerado como veículo, dentro do Business Hacker, é ser Fazedor. É um ponto que faz parte da cultura e conecta com os membros. 

Porque nesse ambiente do marketing digital, vemos muitas pessoas que vivem em um ciclo de aprender, aprender, aprender e nunca faz, nunca executa. 

Quando levantamos essa bandeira de ser um fazedor, de sair da teoria e ir pro campo de batalha, isso gera uma conexão grande principalmente com quem está nesse ciclo de aprendizagem eterna e não consegue colocar o que sabe na prática.

Então temos essa Nova Oportunidade. A oportunidade de você, junto da gente, desenvolver um modelo de negócio que traga mais lucros e menos stress e se tornar um fazedor, alguém que executa. 

Uma recomendação pra quem quer ir mais fundo e ler em inglês é o livro Expert Secrets do Russell Brunson que ele discorre fundo sobre esses aspectos. 

Pontos Positivos e Negativos de ter uma comunidade

Quando você tem um negócio digital (ou pretende ter) e você se importa com a continuidade com seus clientes, com a conexão com seus clientes, se importa em manter um relacionamento com seus clientes, o produto comunidade encaixa muito bem.

Nós vemos marcas gigantescas que se empenham muito em criar uma comunidade. Como a Jeep, Harley Davidson, a própria Hotmart que não vende necessariamente um produto de comunidade, trabalha pra criar sua comunidade… 

Isso é um diferencial competitivo muito grande quando você pensa na construção de um modelo de negócio de longo prazo, pensar na comunidade que está em torno do seu negócio.

A comunidade se torna algo que você consegue cuidar mais e manter as pessoas mais próximas de você, da sua empresa e da sua marca, e é uma chance de você vender mais pra essas pessoas. 

As pessoas vêm pelo conteúdo, mas elas ficam pela comunidade. 

Então, quando você tem fortes aspectos de comunidade no seu negócio, o que acontece é que você tem uma aderência muito maior. Você consegue ter pessoas conectadas com você, que compram sua causa… 

Essa questão é uma grande vantagem pra quem escolhe criar uma comunidade em torno do seu negócio e não só “vender produtos na internet”. 

Outro benefício é que a comunidade te permite crescer de forma exponencial. 

Muitas pessoas entram no mercado digital pra procurar uma forma de ter mais lucros e tudo mais e acabam vendendo sua hora em algum formato de mentoria, consultoria e tudo mais. 

Acontece que isso não é escalável, porque você está limitado a 24 horas por dia. Te dá muita margem, porque você tem um lucro grande, mas você tem um prejuízo na escala. 

A comunidade te dá margem e escala. 

Um outro ponto positivo é que você filtra clientes melhores. Por exemplo, uma turma do meu treinamento Revolução da Recorrência, aproximadamente 40% das vagas foram preenchidas por membros do Business Hacker.

Esse é um ganha-ganha. Porque pra gente, como empresa, faz com que tenhamos clientes que estão mais ligados à nossa cultura e isso torna mais fácil o nosso trabalho, porque a pessoa já sabe como as coisas funcionam e, também, pra pessoa, porque isso aumenta a chance de gerarmos mais valor pra ela e ela alcançar maiores resultados.

E, por último, o networking, a inteligência coletiva que é algo insuperável. Isso permite até os membros se tornarem sócios, começarem um negócio do zero a partir dos membros da própria comunidade, como já aconteceu dentro do Business Hacker. 

Desvantagens:

Uma das maiores desvantagens, especificamente se tratando de venda de uma comunidade, é que fica escuro a percepção de valor de uma comunidade pro seu potencial cliente. 

O que eu quero dizer com isso? 

Como as pessoas estão acostumadas com grupos gratuitos, grupos no Facebook, grupos no Whatsapp etc, acabam não valorizando. 

Porque muitas comunidades se reúnem em grupos fechados no Facebook. E isso gera um pensamento de “Por que eu vou pagar pra estar em um grupo do Facebook?” 

Então a necessidade de construir valor é muito maior do que qualquer outro produto pelas pessoas não estarem acostumadas com esse formato e não verem o poder que uma comunidade pode gerar pra vida delas. 

Outra desvantagem é que existe uma certa ingratidão de algumas pessoas. Por exemplo, há caso de ajudar uma pessoa a ir do zero a milhões, mas ela não atribui à você esse resultado, essa transformação. 

Por mais que essa seja um ponto em todos os negócios, produtos digitais e tudo mais, em uma comunidade fica mais evidente porque tem renovação da assinatura e o relacionamento é muito mais próximo. 

Você, como líder, precisa traduzir pros seus membros a transformação que ela teve a partir do que você oferece. 

Uma grande desvantagem que precisa ser alinhada com a cultura é a mentalidade de extrair e não de contribuir. 

Muitas pessoas compram um produto ou serviço com a mentalidade de querer sugar tudo, de querer extrair o máximo de vantagem possível. 

Por exemplo, temos desafios dentro dos nossos programas que, quando o cliente bate o desafio, ele ganha um prêmio. E tem pessoas que tentam dar “migué”, mostrando um resultado antigo, só pra conseguir o prêmio. Essa cabeça de querer sempre levar a vantagem, de extrair. 

Uma comunidade não cresce com essa mentalidade de extração. A comunidade precisa de membros com mentalidade de contribuição. Contribuir é um valor muito importante que precisa ser estabelecido pela cultura da comunidade.

Normalmente, quando a gente paga por algo, é comum querer extrair o que essa coisa oferece. Mas quando você muda a sua mentalidade pra contribuir você cresce muito mais e a comunidade como um todo também. Essa desvantagem é invertida com uma cultura forte de contribuição. 

7 Passos para começar sua comunidade do zero: 

1 – Defina o tema central da sua comunidade

Definir o tema central é você saber o tópico, o nicho, o subnicho do que a sua comunidade trata. 

Por exemplo, a Comunidade do Business Hacker, trata de marketing digital com ênfase em recorrência. 

2 – Defina o lugar onde a sua comunidade vai se reunir

Pode ser grupo no Facebook, grupo no telegram… 

Você pode ter interações dentro de um portal de membros, então você tem um portal com os conteúdos e tem um fórum atrelado a esse portal. 

3 – Monte a proposta de vendas no 1 a 1 

Isso é o seguinte: Montar a proposta de vendas no 1 a 1 é você, antes de achar que tem que criar uma página de vendas bonita, contratar ferramentas etc, definir a sua proposta no 1 a 1 tira essas barreiras da sua frente pra você começar. 

Escrever, literalmente, a proposta de vendas da sua comunidade num documento de texto, num Word da vida, num papel, qualquer coisa. 

Escreva qual é o motivo pelo qual você está criando essa comunidade, como vai funcionar, quais conteúdos vão ter dentro dela, quem é a pessoa ideal pra estar ali dentro… 

Toda essa descrição te facilita na hora de criar a oferta de vendas. E, se você quiser saber mais como vender qualquer coisa pra qualquer um, clique aqui.

4 – Defina o plano de conteúdo que vai entregar

Dentro do Revolução da Recorrência, temos um exercício que ensina a pessoa a programar 1 ano de conteúdo em uma semana. 

Basicamente você elenca os meses, de janeiro até dezembro, e você quebra esses meses em 4, que seria 1 conteúdo por semana, e aí você estabelece a descrição de cada conteúdo. 

A grosso modo, é ter um descritivo de cada conteúdo que você vai entregar durante aquele ano na sua comunidade. Isso te dá uma clareza maior sem a necessidade de gravar tudo de uma vez. 

5 – Tenha regras claras 

Isso é muito importante. 

É o que evita conflitos desnecessários, evita motim, te dá margem pra dar “cartão amarelo” ou “cartão vermelho” com membros que possam descumprir alguma regra. Como discriminação de qualquer tipo etc. 

No Business Hacker, uma das regras é ser grato. Trazer coisas positivas. E teve um membro que sempre fazia alguma crítica chata. Parecia que a comunidade era um “reclame aqui’. Ele foi advertido e nunca mais fez isso. 

Estabelecer regras claras facilita a convivência em uma comunidade.

6 – Um onboarding incrível 

O onboarding é como o membro é recebido na comunidade. 

Esse ponto é o ponto que eu mais trabalho nas consultorias que dou pra recorrências de 7 dígitos ou mais. (7 dígitos é mais de um milhão, por mês ou por ano). 

Eu estudo bastante as dinâmicas de Saas, softwares como serviço, e tem dados que afirmam que o onboarding é responsável por 73% da retenção das pessoas em programas de assinatura. 

Isso faz com que o novo membro não fique perdido e tenha clareza de quais passos ele tem que dar pra evoluir. 

7 – Transformação rápida 

Ter um caminho do sucesso do seu cliente. 

Essa transformação rápida é algo muito forte. O membro tem que ver que ele está tendo resultado o mais rápido possível, que ele está evoluindo. 

Por exemplo, pra quem entra no Business Hacker e nunca vendeu online, lá tem um passo inicial que dá o exato caminho que ela precisa pra fazer sua primeira venda online em até 24h.

Na minha mentoria, eu tenho um plano de 5 semanas pra pessoa recuperar todo o investimento que ela fez pra um ciclo de 6 meses. 

Isso é poderosíssimo. O cliente tem uma micro-transformação muito rápido e significativa que gera uma satisfação muito grande.

OBS: Se você deseja se juntar Á comunidade do Business Hacker e ir mais fundo no assunto de criação de comunidade e programas de assinatura, CLIQUE AQUI 

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